Talvez algumas pessoas tenham que ficar sozinhas. Talvez eu tenha que ficar sozinha. Eu me apaixono, sinto mil sentimentos em um olhar e tenho mil vontades com um beijo. Mas passa. Sempre passa. Eu até forço uma paixão ali e outra aqui, mas o coração não acelera mais, as borboletas no estomago foram embora e eu mandei todos irem embora também. As pessoas me cansam, eu canso delas e o meu coração já se partiu tanto que perdeu a vontade de bater mais forte por alguém. Ele despedaçou-se, partiu em cacos. Talvez o problema, seja eu. Quem mandou me entregar com tanta intensidade e reciprocidade? Isolei-me junto aos meus sentimentos. Tais sentimentos, vistos aos olhares dos outros, como fúteis e sem devida importância. Perdi toda a minha fé no amor, todas as minhas esperanças e expectativas se fundiram. — Bárbara (girlsaimlessly) e Jade (fuck-all-your-love)
(via girlsaimlessly)
Nós nos casaríamos. Não necessariamente você de terno, e eu de vestido branco. Mas dividiríamos uma mesma cama, uma mesma vida e um mesmo sobrenome. Acordaríamos juntos e logo pela manhã, alguma implicância já iria nos afetar. Você tomaria seu banho demorado, e eu bateria as portas do guarda-roupa com força para que você ouvisse e percebesse minha pressa. Você falaria algumas bobagens, eu retrucaria. Depois, você me calaria com um beijo, me jogaria na cama e ali resolveríamos nossas diferenças. Eu faria questão de preparar o nosso café da manhã. Deixaria sua tigela de cereais posta à ponta da mesa, juntamente com seu leite morno e seu jornal do dia. Do lado, eu colocaria o meu café meio amargo, juntamente com minhas bolachas favoritas. Provavelmente você sairia atrasado para seu trabalho, e eu para o meu. Você me surpreenderia no horário do almoço com uma mensagem simples, daquelas que me fazem sorrir feito criança. O dia passaria devagar, pois não estaríamos juntos. Quando, enfim, o expediente de ambos acabasse, nós nos encontraríamos em casa. Você chegaria com aquela sua cara de cansado, se jogaria no sofá e pediria pra eu pegar algo para beber. Mas não seria cerveja. Eu te entregaria uma garrafa de Coca-Cola, com apenas um copo, e também um prato de brigadeiro. Quando você pensasse que iria se deliciar sozinho, eu pularia no seu colo, roubando o copo da sua mão e tomando tudo que nele ainda restasse. Você, então, pegaria o copo da minha mão, o colocaria na mesinha de canto e me beijaria como se nada mais no mundo te importasse. Nós ficaríamos ali, abraçados, assistindo filmes de comédia até o anoitecer. Levaríamos uma vida morna. Brigaríamos como cão e gato. Nas férias, você iria querer me levar para a praia, e eu iria querer te levar para as montanhas. Você acabaria cedendo, e depois diria que sempre faz minhas vontades mesmo. No domingo chuvoso, enquanto filmes melodramáticos passassem na tevê, você pegaria seu violão e me levaria para sentar no terraço. Lá, você cantaria aquela canção que parece ter sido escrita para nós dois, e depois, aconchegaria meu rosto em seu peito, para que assim eu descansasse. Do dia seguinte, talvez brigaríamos para decidir quem entraria no banho primeiro, quem prepararia o café, e quem passaria no mercado para comprar Doritos. Nos dias entediantes, nós trocaríamos mensagens. Eu no quarto e você na sala, separados por uma distância máxima de vinte metros. Sentaríamos no chão da sala e pensaríamos nos nomes que nossos futuros filhos receberiam. Nós conversaríamos sobre tudo. Eu acabaria entendo um pouco sobre futebol, e você um pouco sobre moda. Falaríamos besteira e sorriríamos ao ver que naquele lar havia uma coisa chamada “amor”. Não perderíamos o ar de jovens apaixonados. Escreveríamos bilhetes, provocaríamos um ao outro e sussurraríamos todos os dias o quão feliz estávamos. Esses eram alguns dos meus planos, e neles, nós seríamos eternamente felizes. ─ Bárbara T. (girlsaimlessly)
(via girlsaimlessly)
by Fernanda Myamoto (via erra-da) (Source: cerimoniais, via d-esaparecido)
Sinto uma falta absurda de você. Ficou um vazio que ninguém preenche. E penso e repenso e trepenso em você aí… Tá tudo bem assim.
Caio Fernando Abreu
(Source: efeito-borboleta, via ressurgir)
Os casais bonitos são aqueles que acima de namorados, são amigos. Brincam, brigam, tiram sarro um do outro, se mordem, beliscam, mas se amam de um jeito que nenhuma pessoa do mundo consegue duvidar. Amor não é só beijos e amassos. Amor é cuidado, amor é carinho, amor também é amizade.
(Source: acaso-ao-amor, via d-esintencionada)
